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'Sweet Spot', seu cardápio tem um ponto ideal

Artigo do Especialista Adalberto Santos

Um menu de restaurante não é apenas uma lista - é uma ciência. (CBS News)

Designers de um cardápio têm baseado suas táticas de design em fundamentos psicológicos e suas respectivas aplicações. Em particular, estratégias de colocação de design baseadas no fator atenção e memória exigem uma ideia clara das sequências de movimento ocular do consumidor nos cardápios durante o período que ele passa em um restaurante analisando suas opções de refeição.

 

Desde o idioma até os preços, os restaurantes têm muitas maneiras de fazer com que você solicite determinados itens, existindo alguns métodos e técnicas capazes de fazer a diferença no cardápio.

Como essa ciência pode contribuir junto à estratégia de seu empreendimento gastronômico?

A Guersola Consultoria e Assessoria Empreendimentos Gastronômicos vem estudando e fazendo contato com esses especialistas e pesquisadores, valorizando o estudo do cardápio como um conhecimento especifico no qual existem estratégias e táticas capazes de aumentar a eficiência do atendimento dos clientes e de otimização das escolhas. É um caminho fundamental para o aperfeiçoamento de suas vendas.

Durante décadas, a sabedoria convencional na indústria de restaurantes foi a de que existe um menu com o 'ponto ideal' onde os clientes primeiro olham com muito mais atenção. O suposto ponto ideal é um pouco acima da linha média na página da direita. É onde os restaurantes colocam os itens que mais querem vender. Os designers de cardápios de restaurantes também acreditam que há um caminho de visualização de menus onde os olhos do leitor ziguezagueam pelas páginas do menu e focam por tempo mais longo no ponto ideal da mão direita.

 


Adalberto Santos

Graduado em Administração Empreendedora, Pós-Graduado em Gestão Empresarial e MBA em Gestão Estratégica de Negócios. Experiência de 19 anos em gestão de empresas nacionais e multinacionais no segmento de hospitalidade e de alimentação. Vivência na operação e abertura de empreendimentos hoteleiros como gerente geral de hotéis de diferentes portes e categorias, em varias cidades no Brasil.

 

Sybil Yang, professora assistente de gerenciamento de hotelaria e turismo da Universidade Estadual de São Francisco , realizou recentemente uma pesquisa que indica que a sabedoria convencional sobre o design do menu é equivocada; os clientes médios leem os menus sequencialmente como um livro e o olhar deles não demora mais em nenhum ponto específico.Yang fez as cobaias usarem um scanner de olho de retina infravermelho e leu um menu falso para escolher uma refeição completa como se estivesse em um restaurante de verdade. Ela usou o vídeo para gravar e analisar os movimentos dos olhos dos leitores ou digitalizar caminhos enquanto liam os menus. Ela descobriu que, em média, as pessoas lêem menus sequencialmente como um livro, movendo-se da esquerda para a direita e para baixo nas páginas de um menu de duas páginas. Eles lêem devagar, sugerindo que estão lendo informações em vez de apenas ler as páginas. Não houve evidência de um ponto ideal onde eles se concentraram mais tempo.

Yang disse: "A boa notícia [para os restaurantes] é que as pessoas estão lendo os menus com cuidado e que parecem estarescolhendo uma entrada e depois criando um cardápio em torno dela". Gostou desse artigo, tem duvidas sobre seu cardápio,entre contato com a Guersola Consultoria e Assessoria Empreendimentos Gastronômicos.

Fonte: Sybil Yang, professora assistente de gerenciamento de hotelaria e turismoda Universidade Estadual de São Francisco.© 2012 CBS Interactive Inc. Todos os direitos reservados.