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Mercado de Refeições coletivas no Brasil deve sobrar nos próximos 7 anos

Um mercado que promete aumentos e mais aumentos de tamanho é o de refeições coletivas. Nem ninguém tem mais tempo de ir e voltar para casa para almoçar, como também as empresas não querem que seus funcionários desloquem-se para fora de seus prédios perdendo tempo e interação. Assim os refeitórios internos ganham mais terreno e mais números de crescimento.

Há também outro fator adicional: as empresas maiores estão saindo das zonas centrais das cidades por falta de como crescer fisicamente e expandir suas instalações e procuram locais mais afastados, mais amplos e mais baratos. Locais estes onde não há onde os funcionários saírem para refeição e lanche. Por isso a importância e necessidade de refeitórios.

Cada refeitório aberto impacta no mercado de alimentação: são mais rotinas sendo implantadas e mais profissionais demandados. Nutricionistas, cozinheiros, chefs, auxiliares, pessoal de compra, mais pedidos a fornecedores tradicionais e quem sabe fornecedores da região. É uma forma de dinamizar estes laços econômicos.

No Brasil são atualmente 10,5 milhões de refeições coletivas servidas diariamente. Conforme especialistas este crescimento poderá chegar com o passar dos anos até 41 milhões de refeições diárias. Segundo a ABERC – Associação Brasileira das Refeições Coletivas – este mercado faturou no ano passado cerca de R$ 13 bilhões. A velocidade de expansão é de pelo menos 2 x mais do que a economia do país. São mais de 180 mil empregos diretos e aquisição de 3 mil toneladas de alimentos dias. Um número e tanto..

Boa parte do mercado é terceirizado, visto que as empresas tem vocação para seus produtos e não para produzir e servir refeições. Isso acabou gerando gigantes no mercado de serviços, visto que o volume / escala de refeições é onde aparece o lucro da operação. Estas empresas muitas vezes são a “salvação” de trabalhadores em áreas remotas, de risco, em plataformas no mar, áreas isoladas.